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Equipe ZenIT

Site ou sistema web: quando sua empresa precisa de cada um

Diferença entre site institucional, landing page, loja virtual e sistema web sob medida, sinais de que planilhas não dão conta e como estimar um sistema.

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  • site institucional
  • erp
  • software sob medida

Quatro coisas diferentes que as pessoas chamam de site

“Preciso de um site” é a frase que abre a maioria das conversas. Em muitos casos, o que a empresa precisa não é um site, e sim um sistema. Em outros, ela pede um sistema quando uma página bem feita resolveria. Entender a diferença evita pagar por algo que não será usado ou subdimensionar um projeto que vai crescer.

Site institucional

Apresenta a empresa: quem é, o que faz, para quem, cases e contato. Tem uma página para cada serviço e é construído para aparecer no Google e gerar contatos. O conteúdo muda pouco e, quando muda, é texto e imagem. Não há login nem dados de clientes armazenados além do formulário de contato. É o formato certo para a maioria das empresas de serviços, indústrias e escritórios. Detalhes em criação de sites.

Landing page

Uma página única com um objetivo só: capturar um contato, uma inscrição ou uma venda. É a base de campanhas de anúncios e de lançamentos. Não substitui o site institucional, porque não ranqueia para várias buscas nem apresenta a empresa como um todo. Funciona como complemento. Veja landing pages.

Loja virtual

Catálogo, carrinho, pagamento, frete e pedidos. Tem parte pública (a vitrine) e parte interna (gestão de produtos, estoque e pedidos). Pode ser montada em plataforma pronta ou desenvolvida sob medida quando há regras de preço, integração ou catálogo que as plataformas não cobrem. Veja criação de loja virtual.

Sistema web sob medida

Um software acessado pelo navegador, com login, perfis de usuário, cadastros, fluxos de trabalho e relatórios, construído em torno do processo da sua empresa. Exemplos: portal de agendamento com prontuário, controle de ordens de serviço, gestão de pedidos de atacado, portal do cliente com segunda via e chamados, painel que consolida dados de várias fontes. É o que a ZenIT chama de sistemas web.

A regra prática: se o objetivo é ser encontrado e gerar contato, é site. Se o objetivo é operar o negócio, é sistema.

Sinais de que planilhas e WhatsApp não dão mais conta

Quase toda empresa começa operando com planilhas compartilhadas, grupos de WhatsApp e e-mail. Isso funciona até certo ponto. Os sinais de que o ponto passou:

  • A mesma informação vive em mais de um lugar. O pedido está no WhatsApp, o preço na planilha, o endereço no e-mail. Alguém precisa juntar tudo, e erra.
  • Só uma pessoa sabe onde as coisas estão. Quando ela falta, a operação para.
  • Retrabalho de digitação. Dados que entram por um canal são redigitados em outro sistema.
  • Não há histórico confiável. Ninguém sabe quem alterou o quê, nem quando.
  • Relatórios levam dias. Fechar o mês significa consolidar planilhas de várias pessoas.
  • Clientes perguntam o status. Se o cliente precisa mandar mensagem para saber onde está o pedido ou o chamado, falta um portal.
  • A planilha ficou lenta ou quebrou. Fórmulas cruzadas, abas demais, versões conflitantes.
  • Contratar mais gente para fazer o mesmo processo. Se o crescimento exige pessoas para copiar dados, o processo pede automação.

Dois ou três desses sinais já justificam uma conversa sobre sistema. Não é preciso esperar o caos.

Como estimar um sistema web

Estimar sistema é diferente de estimar site. Em site, o número de páginas dá uma boa noção. Em sistema, o que define o esforço é a quantidade de entidades (cadastros), fluxos (o que acontece com cada cadastro ao longo do tempo), perfis de usuário e integrações.

Um roteiro para chegar a uma estimativa honesta:

  1. Liste os cadastros. Clientes, produtos, pedidos, ordens de serviço, técnicos, contratos. Cada um tem campos, validações e telas.
  2. Descreva os fluxos. Um pedido nasce, é aprovado, separado, faturado, entregue. Cada transição é uma regra e, às vezes, uma notificação.
  3. Defina os perfis. Quem vê o quê. Administrador, vendedor, cliente externo, financeiro. Cada perfil multiplica telas e permissões.
  4. Enumere as integrações. ERP, emissor de nota fiscal, meio de pagamento, WhatsApp, e-mail, planilhas legadas. Integração é onde as estimativas mais erram.
  5. Separe o essencial do desejável. A primeira versão precisa resolver o problema que dói. O resto entra depois, com o sistema já em uso.

Com essa lista, uma equipe experiente consegue estimar por módulo. Como referência orientativa, sistemas web sob medida de pequeno porte, com poucos cadastros e um ou dois perfis, costumam partir de algumas dezenas de milhares de reais. Projetos com muitas integrações e perfis passam disso com folga. Os valores variam com a complexidade das regras, o volume de integrações e a necessidade de migração de dados. A página de desenvolvimento de sistemas traz a faixa que praticamos.

Desconfie de estimativa fechada sem essa análise. Sistema orçado em uma ligação de dez minutos costuma ser reorçado no meio do projeto.

Integração com ERP

Boa parte das empresas do Sul Fluminense e do Vale do Paraíba, principalmente indústrias, distribuidoras e transportadoras, já usa um ERP. A pergunta certa não é “o sistema substitui o ERP?”, e sim “o que o ERP não faz que o sistema precisa fazer?”.

Cenários comuns:

  • Portal do cliente sobre o ERP. O cliente consulta pedidos, boletos e notas sem ligar para o comercial. O sistema lê os dados do ERP e apresenta em uma interface simples.
  • Coleta de dados em campo. Técnicos e vendedores registram informações pelo celular; o sistema valida e envia ao ERP.
  • Fluxo que o ERP não cobre. Aprovações, orçamentos com regras próprias, agendamento, controle de qualidade. O sistema cuida do fluxo e grava o resultado no ERP.
  • Painel consolidado. Dados de ERP, CRM e planilhas reunidos em um só lugar.

Tecnicamente, a integração depende do que o ERP oferece: API, banco de dados acessível, exportação de arquivos ou nada disso. Isso precisa ser verificado antes de orçar, porque muda o esforço e, em alguns casos, exige negociar acesso com o fornecedor do ERP.

Propriedade do código

Um sistema sob medida é um ativo da empresa. Ele registra como o negócio funciona. Por isso, o código-fonte precisa ser seu, em repositório da sua empresa, com documentação suficiente para que outro time consiga dar manutenção.

Antes de contratar, confirme:

  • O código e o banco de dados ficam em contas da sua empresa?
  • A licença de uso é irrestrita, sem mensalidade obrigatória para o sistema continuar rodando?
  • Há documentação de arquitetura, de instalação e das integrações?
  • De quais bibliotecas ou serviços de terceiros o sistema depende, e quanto custam?
  • Se a relação com o fornecedor terminar, o que acontece com hospedagem, domínio e dados?

A ZenIT entrega todos os sistemas com código em repositório do cliente e infraestrutura nas contas dele. Manutenção e evolução são opcionais; o sistema continua funcionando sem contrato ativo.

Resumo para decidir

  • Precisa ser encontrado e gerar contato: site institucional.
  • Vai rodar campanha com um objetivo específico: landing page.
  • Vende produtos com carrinho e pagamento: loja virtual.
  • Precisa operar processos com login, cadastros e fluxos: sistema web.
  • Já tem ERP, mas falta portal, coleta em campo ou fluxo próprio: sistema web integrado ao ERP.

Se ainda houver dúvida, a reunião de descoberta resolve. É gratuita, presencial na região de Resende e Volta Redonda ou por vídeo, e termina com uma recomendação clara do formato e uma estimativa de escopo. Fale com a ZenIT.

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