Equipe ZenIT
Quanto custa um site profissional em 2026?
O que compõe o preço de um site profissional em 2026, faixas orientativas do mercado, custos recorrentes e perguntas para fazer antes de fechar contrato.
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Por que o preço de um site varia tanto
Quem pede três orçamentos de site costuma receber três números muito diferentes, às vezes com uma ordem de grandeza de distância. Isso não significa que alguém está errado. Significa que “site” é uma palavra que cobre desde uma página única montada em construtor genérico até um projeto com dezenas de páginas, conteúdo escrito do zero, integrações e estratégia de busca.
Este artigo explica o que entra na conta, dá faixas orientativas para o mercado brasileiro de agências de pequeno e médio porte e lista as perguntas que ajudam a comparar propostas. Os valores são referências, não tabela. O preço real depende do escopo definido na reunião de descoberta.
O que compõe o preço de um site
Descoberta e planejamento
Antes de desenhar qualquer tela, alguém precisa entender o negócio: o que a empresa vende, para quem, quais buscas os clientes fazem no Google e quem são os concorrentes que já aparecem. Essa etapa define o mapa de páginas e as palavras-chave de cada uma. Em propostas baratas ela costuma não existir, e o resultado é um site que fala da empresa sem responder ao que o cliente pesquisa.
Design
Inclui wireframes, layout das páginas principais, adaptação para celular e identidade visual aplicada. O custo sobe com o número de templates diferentes (home, página de serviço, página de case, artigo, contato) e com o nível de personalização. Um layout adaptado de tema pronto custa menos que um desenho feito para o negócio, mas também limita o que dá para fazer depois.
Desenvolvimento
É a codificação do layout aprovado. Aqui pesam a tecnologia escolhida (HTML estático gerado no build, WordPress com tema próprio, framework como Astro ou Next.js), a quantidade de páginas, os componentes interativos e as integrações: WhatsApp, formulários, Google Maps, agenda, CRM, sistemas de matrícula ou cotação. Cada integração é um pequeno projeto dentro do projeto.
Conteúdo
Textos e imagens são o item mais subestimado. Um site institucional com dez páginas precisa de dez textos escritos para pessoas e para o Google, revisados, com títulos e descrições únicos. Se o cliente fornece o material, o custo cai, mas o prazo costuma subir, porque a aprovação de textos é o que mais atrasa projetos. Fotos profissionais ou banco de imagens licenciado também entram na conta.
SEO técnico e on-page
Estrutura de URLs, headings, dados estruturados (schema.org), sitemap, robots, velocidade, canonical e configuração de Search Console e Analytics. Quando esses itens são resolvidos durante a construção do site, já saem prontos e não custam nada a mais. Quando ficam para depois, viram retrabalho cobrado à parte meses adiante.
Hospedagem, domínio e publicação
Registro ou transferência de domínio, DNS, HTTPS, CDN e configuração do servidor ou da plataforma de hospedagem. É um custo pequeno dentro do projeto, mas que se repete todo ano.
Manutenção
Atualizações de segurança, correções, pequenas alterações de conteúdo e monitoramento. Pode ser contratada como plano mensal ou sob demanda. Sites estáticos exigem menos manutenção que sites em WordPress, que precisam de atualização constante de plugins e tema.
Faixas orientativas do mercado em 2026
Os números abaixo são orientativos e refletem o que costumamos ver em agências e estúdios de pequeno e médio porte no Brasil. Eles variam com região, tecnologia, prazo e profundidade de conteúdo. Use como referência para entender em que faixa uma proposta se encaixa, não como tabela de preço.
- Site de uma página (landing ou site expresso): de R$ 1.500 a R$ 5.000. Uma página, layout responsivo, formulário e WhatsApp. Serve para presença rápida ou como base para anúncios.
- Site institucional de 5 a 15 páginas: de R$ 3.500 a R$ 15.000. Página por serviço, sobre, contato, cases ou blog, SEO on-page e integrações básicas. É o formato mais comum para empresas.
- Site institucional grande ou com múltiplas integrações: de R$ 15.000 a R$ 40.000. Dezenas de páginas, áreas com login, catálogo, integração com ERP ou CRM, mais de um idioma.
- Loja virtual: de R$ 8.000 a R$ 50.000 ou mais, dependendo da plataforma, do número de produtos, dos meios de pagamento e da logística.
Na ZenIT, os projetos de criação de sites ficam entre R$ 3.500 e R$ 15.000, e a página do serviço explica o que faz o valor subir ou descer.
Propostas muito abaixo dessas faixas geralmente cortam descoberta, conteúdo ou SEO. Propostas muito acima precisam justificar com escopo: integrações complexas, design totalmente autoral, volume de conteúdo ou prazo apertado.
Custos recorrentes que não aparecem na proposta
O valor do projeto é pago uma vez. Alguns itens continuam depois:
- Domínio: renovação anual do .com.br ou .com.
- Hospedagem: de gratuita (em plataformas de sites estáticos) a algumas centenas de reais por mês para lojas ou sistemas.
- Certificado HTTPS: hoje costuma ser gratuito, mas confirme se está incluído.
- Licenças: temas, plugins premium, ferramentas de formulário ou de e-mail marketing.
- Manutenção: plano mensal ou horas sob demanda.
- Conteúdo novo: artigos, páginas e atualizações para o site continuar ranqueando.
Pergunte quem paga cada um desses itens e em nome de quem as contas ficam. O ideal é que domínio e hospedagem estejam em contas da sua empresa, não da agência.
Perguntas para fazer antes de fechar
- O código-fonte e os acessos ficam em meu nome? Posso trocar de fornecedor sem perder o site?
- O que está incluído em “SEO”? Só os títulos ou também estrutura, dados estruturados, velocidade e Search Console?
- Quem escreve os textos? Quantas rodadas de revisão estão previstas?
- Qual tecnologia será usada e por quê? O que isso muda na manutenção?
- Qual o prazo e o que depende de mim para cumpri-lo?
- Há garantia de correção de bugs após a entrega? Por quanto tempo?
- O que acontece se eu precisar de uma página nova daqui a seis meses?
- Como vou saber se o site está gerando contatos? Há rastreamento de conversões?
Se a agência não responde com clareza, o problema aparece depois, normalmente na hora de migrar ou de pedir uma alteração.
Sinais de uma proposta ruim
- Preço fechado sem nenhuma pergunta sobre o negócio. Não dá para orçar o que não se conhece.
- “Site otimizado para o Google” sem detalhar o que isso significa.
- Domínio e hospedagem obrigatoriamente na conta da agência.
- Nenhuma menção a celular, velocidade ou acessibilidade.
- Mensalidade obrigatória para o site continuar no ar, sem opção de compra do projeto.
- Promessa de primeira página do Google em prazo definido. Ninguém controla isso.
- Nenhum item sobre conteúdo: quem escreve, quem revisa, quantas páginas.
Como se preparar para o orçamento
Chegue à conversa com três coisas: uma lista dos serviços que você vende, os sites de concorrentes que você admira (ou que aparecem antes de você no Google) e uma noção do que o site precisa fazer além de apresentar a empresa, como receber pedidos, agendar ou integrar com algum sistema. Com isso, um orçamento sério sai em poucos dias.
Empresas do Sul Fluminense e do Vale do Paraíba podem agendar uma reunião de descoberta presencial com a ZenIT em Resende, Volta Redonda, Barra Mansa e cidades vizinhas. Para o restante do país, a reunião é por vídeo. O primeiro encontro é gratuito e sem compromisso; é nele que o escopo e o preço real são definidos. Fale com a gente.